Marrom claro, com suas seis cordas e dezenove casas, aparência meio desgastada, mas que me faz feliz do mesmo jeito. É um companheiro, que presencia muitos momentos de minha vida. Às vezes, em minhas madrugadas, eu começo a harmonizar meus sentimentos, começo a tentar reproduzir o som da minha alma com composições improvisadas. Não quero que chegue um dia em que eu considere o meu violão apenas mais um instrumento entre os milhões que existem, afinal de contas, ele é único, é especial, é meu.
Relembro agora alguns momentos que passei com meu companheiro, que me fez tão feliz e que até hoje consegue despertar em minha vida um sorriso, toda a vez que o toco. É, e sempre vai ser, de fato, um pedaço de mim.
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